Construção Colaborativa de Sequências Didáticas de Matemática
Este projeto propõe a elaboração de 04 (quatro) sequências didáticas de matemática, uma para cada um dos anos finais do Ensino Fundamental (6º a 9º ano), ao longo de um período de dez meses. A rede municipal de ensino proposta para parceria neste trabalho de construção das sequências didáticas é Seabra, na Chapada Diamantina, município com o qual o ICEP tem longa história de atuação.
A metodologia de construção dessas sequências didáticas é por intermédio da realização de Grupos de Trabalho envolvendo educadores que estão atuando em sala de aula – além de outros profissionais de ensino, como coordenadores pedagógicos, gestores escolares e técnicos pedagógicos da secretaria de educação – com direção e facilitação do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa.
Visa também a elaboração de um documento de sistematização da experiência realizada com a rede de educadores desse município para a experiência de elaboração de sequências didáticas nesse segmento que possa servir de inspiração e ser replicada por outras redes.
A proposta consiste na elaboração de 04 (quatro) Sequências Didáticas de Matemática, sendo 01 (uma) para cada ano escolar. Os objetos de ensino e as expectativas de aprendizagem articuladas a esses objetos serão discutidos nos GTE’s (Grupo de Trabalho de Educadores) levando-se em conta as relações entre números, operações e resolução de problemas envolvendo grandezas e medidas e conhecimentos geométricos em cada uma das sequências a serem elaboradas.
O GTI (Grupo de Trabalho Institucional) é o espaço em que a equipe técnica da secretaria e a equipe gestora das escolas de anos finais analisarão as sequências didáticas à luz dos documentos referenciais da rede e produzirão as orientações para todas e todos os professores que farão uso do material produzido.
Mas e por que sequências didáticas para organizar o trabalho de Matemática nos anos finais?
O trabalho por sequências didáticas é fundamental para promover uma aprendizagem estruturada, significativa e progressiva. Ao organizar as atividades em uma sequência lógica, respeitando o nível de conhecimento das/dos estudantes e proporcionando desafios gradativos, possibilita-se a construção ativa do saber, favorecendo a autonomia e o raciocínio crítico.
Além disso, essa abordagem permite contextualizar os conteúdos, aproximando-os da realidade dessas/es estudantes e tornando-os mais compreensíveis e aplicáveis ao cotidiano. Outro aspecto relevante é que a estruturação em etapas possibilita um acompanhamento contínuo do desenvolvimento da turma, permitindo intervenções pedagógicas eficazes conforme as necessidades de cada estudante.
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